Procurado há 30 anos por assassinato no ES é encontrado pela polícia por ser pai de 'Fábio Júnior'
Polícia Civil do Espírito Santo. Viatura da polícia (PC) Divulgação/PC-ES O nome de um filho registrado como o de um famoso, 'Fábio Júnior', ajudou a enc...
Polícia Civil do Espírito Santo. Viatura da polícia (PC) Divulgação/PC-ES O nome de um filho registrado como o de um famoso, 'Fábio Júnior', ajudou a encontrar um suspeito foragido há 30 anos. A prisão do foragido aconteceu nesta segunda-feira (28) em Ibitirama, na Região Sul do Espírito Santo. Segundo a Polícia Civil, as investigações começaram quando foram encontradas inconsistências nos dados de um homem procurado por um homicídio qualificado ocorrido em 2 de novembro de 1996, em Ibitirama, na mesma região. 📲 Clique aqui para seguir o canal do g1 ES no WhatsApp Inicialmente, o mandado de prisão indicava o nome de Antônio Neres Madeira, filho de Thereza Cosaquevite Madeira e Gerônimo Neres. Entretanto, pesquisas em bancos de dados apontaram que a mulher indicada, na verdade, era mãe de Antônio Carlos Madeira. A data de nascimento dele e outras informações também eram compatíveis com os dados apurados pela polícia. LEIA TAMBÉM: VIOLÊNCIA: Mulher não aceita fim de relacionamento, agride companheiro e incendeia casa na Serra BR-262: 'Um dos dias mais difíceis que já enfrentei', diz policial que socorreu vítimas de acidente com 3 mortos e 45 feridos no ES ACIDENTE: Trabalhador morre eletrocutado ao içar telha de alumínio e atingir rede elétrica em Vitória Agora no g1 Os investigadores então verificaram novamente as informações do processo judicial e se depararam com o nome do filho de Antônio Carlos Madeira, chamado Fábio Júnior. O parentesco foi confirmado a partir do nome da mãe de Fábio. Após a confirmação da identidade, a Polícia Civil encontrou o endereço atual do procurado e ele foi preso. Ao ser levado à Delegacia de Ibatiba, ele confessou a autoria do assassinato. No entanto, a polícia não divulgou detalhes sobre o crime ocorrido em 1996. Durante o interrogatório, Antônio confirmou que não possuía o sobrenome paterno “Neres”, esclarecendo a divergência entre o nome que constava no antigo mandado e sua verdadeira identidade. O g1 não localizou a defesa de Antônio Carlos até a publicação desta reportagem. *Com informações de Pedro Nunes. Vídeos: tudo sobre o Espírito Santo Veja o plantão de últimas notícias do g1 Espírito Santo